sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ações de reflorestamento recuperam áreas degradadas na cidade

Reconhecido internacionalmente por suas belezas naturais, o Rio tem investido maciçamente, desde 2010, na recuperação de suas áreas verdes. Como consequência desse processo, entre 2010 e 2012, dois milhões de novas mudas já foram replantadas em toda a cidade, com ênfase na zona Oeste, uma das mais degradadas ambientalmente.

O resultado direto de tais ações vai além dos números. A recuperação da vegetação nativa, o controle de erosão nas áreas que passaram pelo replantio de mudas e a melhoria das condições climáticas são apenas alguns exemplos dos benefícios gerados pelo reflorestamento.

O reaparecimento de animais e aves considerados em extinção em áreas degradadas é motivo de comemoração para os profissionais envolvidos. Além disso, o reflorestamento é responsável, diretamente, por inibir a expansão de comunidades em áreas de proteção ambiental, as chamadas APAs.

As ações também contam com o auxílio de moradores de diversas comunidades, que atuam no projeto Mutirões de Reflorestamento. A iniciativa, que já beneficiou cerca de 150 comunidades espalhadas por todo o município, atualmente conta com 800 trabalhadores. Somente em 2012, o projeto plantou um milhão de mudas e foi responsável por oferecer maior segurança à população, diminuindo os riscos de deslizamento em caso de chuva forte.

Nos próximos quatro anos, de acordo com a secretaria municipal de Meio Ambiente (SMAC), a previsão é que sejam replantados mais 600 hectares, sendo 150 a cada ano, até 2016.

- Em 2013 o nosso foco é a consolidação das áreas recém implantadas, que exigem um grande esforço para serem transformadas em floresta – explica Marcelo Hudson, gerente de reflorestamento da SMAC.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

ATENÇÃO

Ações preventivas de combate à dengue. Saiba como você pode contribuir para o combate ao mosquito.


Foto: facebook Combate a Dengue

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

É tempo de ser feliz!

Falta pouco para a maior festa do Rio. Viva o Carnaval e essa magia que contagia!

#pratiqueobem #rioeuamoeucuido #sebeberNAOdirija #carnaval2013


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Vista você também a fantasia da solidariedade!

O Carnaval está bem próximo. E, para a festa acontecer com toda a tranquilidade e alegria de costume, os hemocentros precisam estar com os estoques de bolsas de sangue abastecidos.

O HEMORIO funciona todos os dias, das 7 às 18 horas, na Rua Frei Caneca, 08 – Centro
Quaisquer dúvidas, ligue para o Disque Sangue – 0800 282 0708

Colabore! #doesangue #doevida



terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Você sabia?


Há um século um elemento construído pelo homem complementa a paisagem de belezas naturais - uma das mais famosas do mundo. Erguido por cabos de aço, o bondinho liga o Morro Pão de Açúcar ao Morro da Urca, na Zona Sul. Duas montanhas com mais de 500 milhões de anos. E proporciona a cariocas e turistas um passeio inesquecível.

Mas a ideia que causa tanto encantamento já foi encarada como uma loucura. Em 1909, quando o engenheiro Augusto Ferreira Ramos apresentou o audacioso projeto, foi difícil convencer os investidores de que as cúpulas de madeira poderiam viajar entre duas famosas montanhas, transportando muitas pessoas.

Três anos depois, lá estava o teleférico carioca, que de tão parecido com um bonde, ganhou o apelido de bondinho.

O tempo passou, a cidade mudou e em 1972, os bondinhos foram reformados. Ganharam cristal azulado e visão panorâmica e passaram a transportar 75 pessoas a cada quatro minutos.

Atualmente, a primeira linha tem 528 metros e vai até o topo do Morro da Urca. A segunda linha, com 396 metros, leva até o alto do Pão de Açúcar. Lá de cima, até onde os olhos enxergarem, o Rio se apresenta em 360 graus.

E essa paisagem se tornou um ícone, uma marca da cidade da Cidade Maravilhosa. Hoje é impossível falar em Rio de Janeiro sem lembrar do bondinho do Pão de Açúcar.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Novidade para os moradores de Quintino Bocaiúva: a Clínica da Família Carlos Nery da Costa foi inaugurada.

A Prefeitura do Rio inaugurou, no último domingo (3/2), a 70ª Clínica da Família da cidade. A nova unidade, está localizada na Faetec, em Quintino, e beneficiará 17.250 moradores da área. A solenidade contou com a presença do secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Gustavo Tutuca, do prefeito do Rio, Eduardo Paes, e do secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann.

Com o novo equipamento, a cobertura de saúde da família na região que engloba os bairros de Madureira e adjacências, chega a 39%. Em toda a cidade, 41% dos cariocas são cobertos pela estratégia de saúde da família. A clínica, 11ª daquela região, recebeu investimentos de R$ 3,5 milhões.

A unidade conta com cinco equipes de saúde da família e duas de saúde bucal. Cada equipe de saúde da família fará, em média, 400 consultas médicas por mês, totalizando duas mil consultas mensais. Mais de 70 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, cirurgiões-dentistas e auxiliares, trabalham na unidade. No local, os pacientes vão passar por procedimentos ambulatoriais e consultas com médicos, equipe de enfermagem, além de exames.




sábado, 2 de fevereiro de 2013

EDI PROFESSORA GRACILIA ROSA DE BELÉM MAYOR


Ontem o nosso vereador Professor Uóston participou da cerimônia de inauguração do novo EDI (Espaço de Desenvolvimento Infantil) na Pavuna.

O espaço tem capacidade para 150 crianças e recebeu o nome da Professora Gracília Rosa de Belém Mayor. Uma homenagem muito merecida à Educadora por 30 anos de dedicação à Escola Municipal Zituó Yoneshigue.

Em razão dos anos que trabalharam juntos, o vereador experimentou momentos de grande emoção ao lado de Dona Vanda e Dona Dagmar, prima e irmã da homenageada.


A secretária municipal de Educação, Claudia Costin, no discurso de inauguração, destacou a qualidade do prédio construído, mas revelou que o mais importante é ter uma equipe preparada para oferecer uma boa educação para as crianças.


No EDI, pais e alunos vão encontrar agentes auxiliares de creche e professores de Educação Infantil desde o berçário que vão oferecer educação de qualidade ainda na primeira infância, numa das regiões que tem um dos mais baixos IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da cidade e que convivem diariamente com a vulnerabilidade na infância.